Caminhonete de maringaense que matou a companheira em Mandaguaçu é localizada a 125 km do crime

A descoberta de uma caminhonete abandonada pode ser a principal pista para localizar o suspeito de um feminicídio brutal em Mandaguaçu, na região de Maringá nesta terça-feira, 21. A Polícia Civil divulgou a foto de Eduardo Rocha Belbe, de 43 anos, que segue foragido matar a companheira com dois tiros.
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O veículo do suspeito foi encontrado na noite de quarta-feira, 22, na cidade de Florestópolis, a cerca de 125 quilômetros do local do crime. A informação foi confirmada pela delegada Kimberly Caetano, que coordena as investigações.
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A vítima, identificada como Miriane Carolina do Carmo, de 32 anos, foi assassinada na terça-feira (21), em frente à casa da mãe. Imagens registradas por testemunhas e câmeras de segurança mostram o momento em que o suspeito inicia as agressões de forma repentina, puxando a mulher pelos cabelos e efetuando disparos.
Durante a ação, a mãe da vítima tentou intervir e também chegou a ser ameaçada. Segundo a polícia, o homem tentou atirar contra ela, mas a arma falhou. Na sequência, Miriane corre pela rua, mas é perseguida e morta pelo agressor, que foge logo após o crime Equipes de socorro foram acionadas, mas a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.
De acordo com a Polícia Civil, Eduardo já possuía histórico de violência doméstica contra outra mulher. A delegada também informou que Miriane havia sido agredida anteriormente, inclusive com o uso de uma barra de ferro. Apesar dos episódios, ela não possuía medida protetiva.
Familiares relatam que o casal estava junto havia cerca de 10 meses e apontam que o crime pode ter sido motivado por ciúmes. O suspeito teria se irritado após ouvir uma conversa entre a vítima e a mãe dela. Miriane deixa cinco filhos, com idades entre 4 e 11 anos. Ela trabalhava com o companheiro em um ferro-velho localizado no Contorno Norte de Maringá.

A Polícia Civil segue em diligências para localizar o suspeito. Informações sobre o paradeiro de Eduardo Rocha Belbe podem ser repassadas de forma anônima às autoridades.
