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01 de abril de 2026

‘Destruiu nossa família’, diz irmã da jovem assassinada a tiros em Marialva


Por Redação GMC Online Publicado 07/11/2022 às 23h41
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Rebeca Sara Garcia, de 27 anos. Foto: Redes Sociais

A irmã da auxiliar de cozinha Rebeca Sara Garcia, de 27 anos, assassinada em Marialva no último final de semana, está na cidade para tratar dos trâmites legais do velório e sepultamento. Helena Garcia Martins Quasne disse que o filho da irmã foi levado a Londrina para ficar na casa do pai e que o menino está chocado e terá acompanhamento psicológico. A criança viu a mãe sendo morta a tiros por um homem.

“Levamos ele para Londrina para ficar na casa do pai dele. Estamos bastante preocupados, porque ele viu tudo, ele não pergunta da mãe e está muito quietinho, já combinamos de levá-lo num psicólogo para ser acompanhado”, afirmou.

A auxiliar de cozinha foi assassinada na noite desta sexta-feira, 4. Ela estava em casa quando foi chamada ao portão por um homem conhecido dela. Ele efetuou cinco disparos contra a vítima, dois acertam Rebeca, que caiu morta em cima do registro de água.

O atirador fugiu de carro logo após cometer o crime. Ele abandonou o veículo a 2 km de distância, em uma chácara e sumiu em um fundo de vale.

O assassino ainda não foi encontrado e nem preso.

Rebeca morava em Marialva há apenas 3 meses. Ela veio de Londrina para ficar mais próxima a família. Uma amiga de Rebeca disse que ela e o assassino se conheceram desde que ela chegou. Ela afirma que os dois nunca tiveram qualquer tipo de relacionamento amoroso, mas que ele tinha um sentimento possessivo em relação a vítima.

PM no local do assassinato. Foto: GMC Online

O homem doou alguns eletrodomésticos para a vítima, e por isso, se achava no direito de controlar a vida dela, de acordo com a amiga. A situação pirou quando ele descobriu que Rebeca estava conhecendo um rapaz. O suspeito chegou a enviar um áudio para a vítima ameaçando matar o jovem. “E aí Rebeca e esse Neguinho aí, qual é a dele? ficou me encarando, se ele me encarar mais uma vez, vou encher ele de bala”, afirmou.

O rapaz estava na casa no momento em que Rebeca foi assassinada. Helena conta que a irmã falou sobre o suspeito apenas uma vez, e que ele não tinha “simancol”.

“Ele relatou sobre ele uma vez, mas o que sei é que ela tinha deixado claro que era apenas amizade mesmo, que não queria nada com ele. Mas aí esse monstro vai na casa dela, pega uma arma e tira a vida dela, ele não tinha direito de fazer isso, ele destruiu a nossa família. Mas eu acredito na Justiça do homem e de Deus, ele ainda vai pagar por isso”, afirmou.

Carro usado pelo assassino, abandonado numa chácara. Foto: GMC Online

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