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29 de abril de 2026

Estudantes da UFPR são investigados por planejar estupros e promover “bolão”


Por Redação GMC Online Publicado 29/04/2026 às 08h35
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Foto: Marcos Solivan/Divulgação UFPR

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Polícia Civil investigam a denúncia de que um grupo de estudantes estaria planejando cometer violência sexual contra mulheres, além de organizar apostas em dinheiro sobre os crimes. Segundo o Diretório Acadêmico Nilo Cairo (Danc), do curso de Medicina, uma acadêmica estaria sofrendo perseguição e ameaças por meio de um aplicativo de mensagens. Segundo o órgão representativo, o alvo das violências não se restringiria a estudantes de medicina, podendo envolver alunas de outros cursos e até mulheres de fora da comunidade acadêmica.

Por meio das conversas, descobriu-se que os suspeitos promoviam uma espécie de “bolão” para apostar em quem conseguiria violentar as vítimas. O ataque à aluna de medicina estaria previsto para ocorrer nos últimos dias. A instituição de ensino informou que ativou os setores responsáveis pela segurança para apurar o caso internamente e garantir o acompanhamento da comunidade universitária, enquanto a polícia investiga a origem e a veracidade das mensagens. Até o momento, as identidades dos envolvidos não foram confirmadas.

Diante da gravidade da situação, o diretório acadêmico emitiu um alerta orientando que as alunas redobrem a atenção ao circular por locais como o Centro Politécnico, a reitoria e em festas universitárias, regiões onde a vítima relatou ter sido seguida. O comunicado pede que as mulheres evitem andar desacompanhadas e cobra dos alunos homens a responsabilidade de vigiar seus círculos de amizade, denunciando qualquer incentivo à violência de gênero para garantir um ambiente mais seguro. A vítima direta das ameaças já está recebendo apoio institucional.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

Em nota conjunta com a Ouvidoria da instituição, o Danc ressaltou que os crimes cometidos ou incentivados em ambientes virtuais e grupos de mensagens não estão fora do alcance da lei e são passíveis de punição rigorosa.

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Nota do Diretório Acadêmico Nilo Cairo (Danc) – Foto: Reprodução/Redes Sociais

As informações são do TNOnline

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