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02 de abril de 2026

Polícia Civil investiga três homicídios ocorridos em Maringá durante o fim de semana


Por Victor Ramalho/CBN Maringá Publicado 27/06/2022 às 17h33 Atualizado 21/10/2022 às 02h00
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Foto Ilustrativa: Fábio Dias/PCPR

Três homicídios foram registrados em Maringá durante o último fim de semana. O primeiro caso foi na noite de sábado, 25, quando uma mulher trans de 25 anos foi assassinada com pelo menos 4 tiros no bairro Santa Felicidade. A mulher, identificada como Victória Lima, participava de uma festa junina quando foi surpreendida pelo atirador, que fugiu após o crime.

Horas depois, na madrugada de domingo, 26, um jovem de 19 anos foi assassinado em frente a uma tabacaria na rua Paranaguá, na Zona 7. O rapaz foi identificado como Diogo Pablo Bezerra da Silva, morador do Jardim Universal, em Sarandi. A esposa do jovem, que está grávida, estava no local e presenciou o crime.

Já na noite de domingo, 26, um outro jovem, de 26 anos, foi morto com dois tiros após uma discussão na Vila Olímpica. Lucas Diniz Ferreira Paes teria discutido com outros dois homens, de acordo com testemunhas. Os dois suspeitos fugiram após o crime, mas um deles foi preso horas depois em Iguatemi.

De acordo com o delegado interino da Divisão de Homicídios da Polícia Civil de Maringá, Fernando Garbelini, tanto o assassinato da noite de sábado, 25, no Santa Felicidade quando o de domingo, 26, na Vila Olímpica, podem ter relações com o tráfico de drogas.

“Durante a madrugada a Rotam conseguiu prender o autor dos disparos, conseguiu apreender a arma e cabe agora à Polícia Civil identificar com detalhes como que foi a situação anterior à que motivou esse crime. Preliminarmente a nossa equipe conversou com pessoas que estavam ali próximas e parece que teve uma briga, à tarde, por conta de uma dívida de 20 reais e, à noite, eles se reencontraram no local e o autor chamou a vítima para usarem droga ali perto do ginásio onde houve a execução”, disse.

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Ainda conforme o delegado, as investigações sobre os três assassinatos estão adiantadas.

“A gente está com a investigação adiantada em todos eles. Não é comum, aqui na nossa cidade, acontecer isso, mas o trabalho da polícia civil é investigar e dar uma resposta o quanto antes para a nossa sociedade para que a gente consiga controlar isso aí”, disse o delegado.

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