O que acontece após Bolsonaro ser preso com tornozeleira violada
Os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso preventivamente na manhã de sábado (22/11) pela Polícia Federal (PF), por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, deverão explicar por que ele tentou violar a tornozeleira eletrônica que utilizava desde julho. Bolsonaro passará por audiência de custódia neste domingo (23/11).
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Bolsonaro foi preso após pedido formulado pela PF, que alegou, em parecer encaminhado ao Supremo, risco de fuga do ex-presidente diante da vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em frente ao condomínio do pai. O relato foi endossado pela procurador-geral da República, Paulo Gonet, em parecer apresentado ainda na madrugada de sábado.
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A ordem de Moraes, no mandado de prisão, trazia algumas determinações: evitar a exposição do ex-chefe do Planalto, que cumpria prisão domiciliar desde 4 de agosto, e não utilizar algemas. Os investigadores da PF seguiram exatamente a orientação do magistrado.
Na decisão, Moraes citou que Bolsonaro tentou violar a tornozeleira eletrônica. No início da tarde, o ministro retirou o sigilo do vídeo que mostra o ex-presidente confessando ter usado um ferro de solda para queimar o dispositivo preso ao tornozelo.
O documento emitido pela diretora-adjunta Rita de Cássia, anexado ao vídeo nos autos do processo, mostra o ex-presidente dizendo que tentou queimar a tornozeleira por “curiosidade”.
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