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02 de abril de 2026

Projeto propõe incluir educação financeira e direito constitucional no ensino municipal


Por Letícia Tristão/CBN Maringá Publicado 17/02/2022 às 17h46 Atualizado 20/10/2022 às 13h53
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Foto: Reprodução/Arquivo/CMM

Tramita na Câmara de Maringá um Projeto de Lei que prevê a implementação das disciplinas de educação financeira e direito constitucional na rede municipal de ensino de Maringá.

O projeto foi incluído na pauta da sessão desta quinta-feira, 17.

Segundo o vereador Luiz Cláudio Alves, o objetivo é que as disciplinas entrem na grade curricular desde a educação básica, para tratar dos temas de forma lúdica. “Com a ideia que tivemos em conjunto. Eu, o vereador Rafael Rosa, o vereador Pablo Biazon, também está envolvido nisso e todos os vereadores. Fizemos uma avaliação, uma análise, da situação financeira da população brasileira. Tem muita gente endividada, muita gente passando por dificuldades financeiras. Alguns lógico, por questões “N”, econômicas. Mas outras a gente tem percebido que é uma falta de conhecimento de saber administrar o próprio dinheiro. Isso, na base não existe, e entendemos que podemos começar a tratar disso com o indivíduo ainda criança. Ensinando a dividir, a economizar, e mostrando que ele não precisa acabar com tudo o que ele tem, de uma vez só”, afirma.

“Tentar tirar, da cabeça das crianças, para que eles cresçam adultos um pouco mais conscientes, essa ideia de consumismo imoderado. Nós vivemos numa sociedade capitalista, precisamos consumir, mas não de forma imoderada, de forma desarrazoada. E precisamos ensinar isso para as crianças, para que elas evoluam, se tornem adolescentes e ao final adultos conscientes daquilo que tem financeira, a onde podem chegar e o que podem gastar”, diz.

“Para que não aconteça como a gente acostuma ver, no presente, adultos endividados, passando por necessidades financeiras. Quando muitas das vezes, se tivessem uma consciência melhor de como gastar o seu dinheiro, não estariam passando por dificuldades”, relata.

“A ideia é tentar jogar essa proposta na grade, já lá na base, lá atrás, com a criança ainda evoluindo. Isso pode ser passado de forma lúdica. O projeto também abrange o conceito de direito constituinal. De forma ludica podemos comecar a ensinas crianças sobre direitos e deveres que estão na nossa constituição”, complementa.

“Hoje um adulto só aprende sobre a constitucional do país dele, que é o que rege efetivamente a vida de toda a sociedade, se ele fizer uma faculdade de direito. […]. A gente pode começar isso, já nas primeiras séries de forma lúdica e ir evoluindo nas séries posteriores. de uma forma um pouco mais profunda. Lógico, que sem profundidade cientifica que uma faculdade vai exigir. Mas, de uma forma que é ensinada a biologia, a matemática, o português, que muitas vezes requerem de ensino mais avançados, que o ensino dos direitos e deveres do cidadão que estão constituídos no artigo 5º da constituição”, finaliza.

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Durante a sessão, os vereadores aprovaram o pedido para retirada do projeto de pauta por dez sessões. Segundo o próprio vereador Luiz Alves, o texto teve muitas emendas e precisa ser melhor construído.

Ouça a reportagem completa na CBN Maringá

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