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02 de abril de 2026

Ex-delegado da Polícia Civil é preso em operação de combate a jogos de azar e lavagem de dinheiro


Por Redação GMC Online Publicado 17/08/2021 às 12h48 Atualizado 20/10/2022 às 14h23
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Foto: Ilustrativa/Arquivo/MPPR

O Ministério Público do Paraná, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Londrina, cumpriu nesta segunda-feira, 16, um mandado de prisão contra um ex-delegado da Polícia Civil em uma operação de combate à exploração de jogos de azar e lavagem de dinheiro em Arapongas (a 60 quilômetros de Maringá). Três mandados de busca e apreensão também foram expedidos pela 1ª Vara Criminal de Arapongas. 

Os mandados, segundo o MP, são complementares à fase anterior da apuração, ocorrida em 5 de agosto. Na ocasião, após o cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao ex-delegado, verificou-se que ele teria ocultado provas e retirado diversos elementos probatórios do apartamento em que residia em Arapongas. 

Parte do material teria sido depositada em um veículo deixado em uma oficina mecânica na mesma cidade, sendo posteriormente localizado e apreendido pela equipe do Gaeco. Para ocultar as provas, o ex-delegado teria contado com o auxílio da mulher e de um sócio, também ex-policial, conforme destacou o Ministério. 

Contra os dois suspeitos envolvidos, a justiça também determinou a imposição de medida cautelar proibindo-os de manter contato entre si e com os demais investigados e testemunhas. 

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em duas residências e um escritório (os três endereços em Arapongas). 

A investigação, deflagrada em setembro do ano passado, apura o funcionamento de um possível esquema de corrupção de policiais na 22ª Subdivisão Policial de Arapongas, que supostamente receberiam propinas mensais para não atuarem no combate ao jogo do bicho na cidade. Em sua comunicação, o grupo denominava a propina como “costuras, blusas ou encomendas”, e o bicheiro era chamado de “costureira”. Além disso, os policiais investigados teriam fornecido informações sigilosas para o grupo criminoso.

As informações são da Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Paraná.

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