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02 de fevereiro de 2026

Polícia apreende mais de 40 cobras com homem que vendia animais pela internet


Por Agência Estado Publicado 02/04/2024 às 21h03
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 Foto: Reprodução/Instagram/@nucleodafloresta

Um homem, de 44 anos, que criava e comercializava cobras exóticas pela internet, foi preso em flagrante pela Polícia Civil nesta segunda-feira, 1, em Salto, interior de São Paulo. A operação teve a colaboração do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) Núcleo da Floresta, de São Roque, também no interior.

Ao todo, 47 animais foram resgatados com o acusado, apontado como o principal fornecedor de serpentes ilegais na região. Entre elas, estavam exemplares de corn snake, cobra de leite, king snake e phyton ball, todas consideradas espécies exóticas.

De acordo com o boletim de ocorrência, a prisão aconteceu quando policiais tomaram conhecimento de uma venda que o suspeito realizaria. A partir de então, se posicionaram à paisana no que seria o local da entrega e fizeram a abordagem.

No momento do flagrante, um filhote de serpente estava no carro e seria entregue a uma mulher. Ela percebeu a movimentação policial e fugiu.

As serpentes apreendidas com o suspeito não são nativas do Brasil, algumas delas são encontradas em países como Estados Unidos, México e Indonésia. Segundo Rafael Mana, biólogo do centro para onde as cobras foram encaminhadas, as serpentes não têm registro de origem ou microchip que possam colaborar na identificação.

“Isso é um grande problema. Outra grande questão é que essas serpentes têm potencial de invasor na nossa fauna e pode criar impacto para espécies nativas”, afirma.

Em vídeo divulgado pelo CRAS nas redes sociais, o acusado afirma que já chegou a ter cerca de 100 animais em casa, todas as cobras pertencentes a espécies que não têm veneno. A predileção por esses animais se dava em função do “medo de cobras peçonhentas” que o autor do crime afirmou ter.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP) o caso foi registrado na Delegacia de Itu onde o homem foi preso e liberado em seguida após assinar um termo circunstanciado.

O Estadão não localizou a defesa do suspeito de vender os animais ilegalmente.

As informações são da Agência Estado.

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