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01 de abril de 2026

Vacinação, uma escolha ou não?


Por Gilson Aguiar Publicado 14/01/2022 às 12h04 Atualizado 19/10/2022 às 10h27
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Pixabay

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga afirmou que hospitalizados por Covid-19, em sua maioria, são pessoas que não se vacinaram. A fala do ministro é uma expressão da eficiência da imunização assumida pelo governo federal.

A fala do chefe da pasta da Saúde foi dada ao receber o primeiro lote de vacinas da Pfizer, 1,2 milhões de doses. A campanha para vacinação de crianças entre 5 e 11 anos começa no país em um clima de crescimento do número de casos.

Alguns países já pensam em punir quem não se vacinou, acaba tendo complicações por causa da Covid-19 e necessita de internação. Na Grécia se discute multar pessoas com mais de 60 anos que não se imunizaram. No Canadá se quer cobrar a conta do hospital para os que não se protegeram. Isto é justo?

A resposta é sim. Se temos o direito de escolher, há o ônus e o bônus da escolha. Os dados têm demonstrado que a imunização livra as pessoas de complicações. Agora que temos um aumento do número de casos, é fundamental que se tenha a ciência e consciência dos atos.

Para os que consideram que isso é imposição, radicalismo, há que refletir. Considero que ser radical é contrariar os dados científico e agir com base em crenças superficiais. Não é liberdade legítima a ação de afetar outras pessoas e colocar a vida delas em risco. Isso não é um direito.

Reflita, pense e saiba fazer suas escolhas. Mais que isso, assuma todos os atos que são fruto de suas escolhas.

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Gilson Aguiar

Formado em História e mestre em História e Sociedade, Gilson Aguiar é âncora e comentarista da CBN Maringá.