Falta de aeroporto alfandegado complica Maringá

O aeroporto regional Silvio Name Júnior, de Maringá, passou por uma série de reformas recentemente. E a pista hoje é a segunda maior do Estado do Paraná. Foram oitenta e um milhões de reais investidos em melhorias. Mas, o terminal de embarque ainda deixa a desejar e as pessoas se acumulam no momento de embarque.
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Os problemas não param por aí. E as grandes empresas de logística estão procurando áreas para a construção de centros de distribuição. Em virtude do comércio digital em alta, principalmente após o início da pandemia causada pela covid-19, o mercado está aquecido e precisa dar conta da procura. Mas, para isto ocorrer, o aeroporto da cidade precisa estar alfandegado, ou seja, tornar área delimitada sob absoluto controle aduaneiro. No Paraná são apenas dois aeroportos assim: São José dos Pinhais (Curitiba) e Foz do Iguaçu.
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Diversas atividades podem ocorrer em um aeroporto assim. Receber mercadorias procedentes do exterior e postagens internacionais são exemplos de que o aeroporto de Maringá pode render mais. E, agora, falta esta barreira alfandegária para que o terminal receba as encomendas. É uma alternativa que precisa ser cobrada para que a cidade se desenvolva ainda mais.
