Homero foi direto ao ponto

Em entrevista ao GMC, o pré-candidato a prefeito, Homero Marchese (REP), foi direto ao ponto: é preciso reduzir a estrutura de cargos comissionados da prefeitura de Maringá e utilizar melhor os recursos públicos. O ex-vereador e ex-deputado estadual tem sido um dos mais críticos da atual administração e está articulando seu grupo político para uma eventual disputa.

Mais uma vez, Marchese se posicionou contra a construção da prainha de Maringá: “Eu acredito que não vá virar realidade. Por força de uma denúncia nossa, a decisão está suspensa. O prefeito está proibido de seguir com essa decisão por conta do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Ainda que o Tribunal de Contas mude de ideia, eu espero que ele [Ulisses Maia] não faça essa despesa. Nós estamos há pouco mais de um ano do final do mandato do Ulisses Maia, e ele não irá conseguir terminar essa obra. Alias, é capaz de nem conseguir o licenciamento ambiental necessário. [A prainha] é uma obra que não tem nenhum sentido. Um gasto estimado em R$ 50 milhões para comprar e operar o terreno. É um dinheiro que poderia ser muito mais bem empregado em outras ações prioritárias do município”, afirmou.
