Em meio à pandemia, fisioterapeutas se adaptam ao teleatendimento

Em meio à pandemia do coronavírus, os fisioterapeutas buscam se adaptar ao que chamam de ‘novo normal’. Desde março, o Conselho Regional de Fisioterapia autorizou o teleatendimento.
O aposentado Carlos Antônio Marek fez uma cirurgia no começo do ano. Ia precisar de muitas sessões de fisioterapia para se recuperar. Mas aí veio a pandemia e as clínicas de fisioterapia fecharam.
E desde então, da casa dele, de frente para o computador, Carlos pode fazer os exercícios que a fisioterapeuta indica. As clínicas até reabriram, mas as sessões remotas continuam.
“Foi a melhor coisa que houve (o teleatendimento), pois foi dado continuidade ao processo de recuperação, que conseguíamos fazer de casa, com toda a orientação necessária e sem problema algum. A pessoa que conduz o atendimento é um diferencial. Quando ela sabe ensinar, você faz um exercício tranquilo”, afirmou.
Muitas clínicas em Maringá estão se adaptando ao novo normal e oferecendo o teleatendimento. A fisioterapeuta Maria Amélia Fonteque diz que a clínica dela já estava se adaptando às plataformas de teleatendimento antes da pandemia porque imaginava que a ferramenta seria útil para um paciente que estivesse viajando, por exemplo. Não imaginou que a autorização e o uso viessem tão rapidamente.
“Não imaginávamos o que viria pela frente, com essa questão do coronavírus, imagino que ninguém estava preparado para esse momento. Entretanto, já estávamos com a tecnologia toda adaptada para nos atender. Quando vieram os decretos, vimos a oportunidade. […] Assim que saiu a autorização do Conselho Regional de Fisioterapia, já estávamos prontos para utilizar a plataforma”, declarou.
O atendimento online não substitui todos os procedimentos. Técnicas como a terapia manual, a osteopatia e a microfisioterapia só podem ser aplicadas presencialmente.
Ouça a reportagem completa na CBN Maringá.
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