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18 de maio de 2026

Novas imagens mostram motorista invadindo a preferencial e matando pastor em grave acidente em Maringá


Por Redação GMC Online Publicado 18/05/2026 às 20h29
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Vídeo: Plantão Maringá | Colaboração

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento exato em que o agricultor Márcio Fantin Marcelino, de 47 anos, invade a preferencial e provoca o grave acidente que terminou na morte do pastor, radialista e motoboy Alex Batista Pereira, de 31 anos, na noite do último sábado, 16, em Maringá.

O acidente aconteceu no cruzamento da Rua Felipe Camarão com a Rua Martim Afonso, na Zona 2, e as novas imagens reforçam a dinâmica da colisão que chocou moradores e a categoria dos motoboys na cidade.

Nas gravações, é possível observar o momento em que o motorista avança a preferencial e atinge violentamente a motocicleta conduzida por Alex Batista. O impacto foi extremamente forte e mobilizou equipes de resgate.

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Foto: Reprodução

Segundo informações apuradas no local, a vítima sofreu ferimentos gravíssimos e entrou em parada cardiorrespiratória logo após a batida. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e do Corpo de Bombeiros realizaram manobras de reanimação por vários minutos, mas o pastor não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local do acidente.

A área foi isolada para o trabalho da Polícia Científica. Após a perícia, o corpo foi recolhido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Maringá.

O que diz a defesa do empresário

Os advogados de Márcio Fantin Marcelino afirmaram à imprensa que o empresário está “extremamente abalado” e defenderam que ele não fugiu do local do acidente. Segundo a defesa, ele teria permanecido aproximadamente sete minutos no local após a colisão e deixado a cena apenas após ser orientado por moradores diante do clima de tensão provocado pela chegada de motociclistas.

Os advogados também alegam que o acidente ocorreu em uma noite “escura, de muita chuva e com iluminação precária”, versão que é contestada pela acusação e por imagens de câmeras de segurança já divulgadas. Sobre os disparos, a defesa afirma que os tiros foram efetuados como forma de advertência diante da suposta tentativa de invasão da residência e argumenta que o empresário possui registro regular da arma.

A defesa também informou que pretende buscar a liberdade provisória do investigado e sustenta que ele pode responder ao processo fora da prisão.

Com informações do Plantão Maringá.

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