‘O que você fez com nossas filhas?’: mães fazem apelo desesperado após desaparecimento de primas de 18 anos

A dor, a angústia e a falta de respostas continuam consumindo duas famílias do noroeste do Paraná. Há mais de um mês desaparecidas, as primas Stella Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes, ambas de 18 anos, seguem sem qualquer pista concreta sobre o paradeiro após saírem para uma festa em Paranavaí.
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Sem notícias das jovens desde o dia 20 de abril, as mães fizeram um apelo emocionado ao principal suspeito do caso, Clayton Antônio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido pelos apelidos “Sagaz” e “Dog Dog”, que continua foragido da polícia.
“A gente só tem uma pergunta: o que você fez com as nossas filhas? Eu quero a minha filha de volta. Quero que você devolva ela para a gente”, desabafou uma das mães, tomada pela emoção.
O sofrimento das famílias aumenta diante da falta de respostas. Outra mãe também fez um pedido angustiante e cobrou esclarecimentos sobre o desaparecimento das jovens. “Ele está aí fugindo de um lado para o outro, mas nós queremos saber das meninas”, afirmou. As declarações foram dadas em entrevista à Ric RECORD.
Jovens desapareceram após saírem para festa em Paranavaí
De acordo com as investigações da Polícia Civil, imagens de câmeras de segurança ajudaram a reconstruir parte do trajeto feito pelas primas até Paranavaí. Depois disso, no entanto, Stella e Letycia não fizeram mais contato com familiares nem amigos.
O desaparecimento das jovens mobiliza familiares, moradores da região e autoridades, enquanto as buscas seguem sem respostas definitivas.
A mãe de Letycia revelou ainda que a filha conhecia o suspeito por outro nome, o que aumentou ainda mais a preocupação da família. “A minha filha conhecia ele como David, olha a inocência dela. Eu quero a minha filha e a minha sobrinha de volta”, lamentou.
Principal suspeito segue foragido
Clayton Antônio da Silva Cruz é apontado pela investigação como o principal suspeito no desaparecimento das primas e continua sendo procurado pelas autoridades.

Uma ex-companheira dele chegou a ser presa, suspeita de prestar ajuda financeira ao homem durante o período de fuga. Enquanto a polícia tenta esclarecer o caso, as famílias seguem vivendo dias de desespero e esperança, buscando qualquer informação que possa levar ao paradeiro das jovens.
“Estou com o coração dilacerado”, lamentou a mãe de Letycia. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
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