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26 de maio de 2026

Motorista que atropelou e matou homem em Maringá é solto após audiência de custódia e pagamento de fiança


Por Thiago Danezi Publicado 26/05/2026 às 19h25
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Foto: Secretaria de Segurança

O motorista preso após o atropelamento que matou Alessandro Messias Stoco, de 48 anos, em Maringá, foi colocado em liberdade após audiência de custódia realizada nesta terça-feira, 26. O caso aconteceu na noite de domingo, 24, na Avenida Valdecir de Brito, nas proximidades do Contorno Sul.

Carlos Eduardo Oliveira Júnior, de 24 anos, havia sido preso em flagrante após atingir Alessandro enquanto a vítima atravessava a avenida. Segundo informações apuradas, durante a audiência de custódia, o magistrado considerou que o investigado é réu primário e entendeu que, neste momento do processo, a prisão preventiva não seria cabível.

Com a decisão judicial, o motorista foi liberado após o pagamento de fiança no valor equivalente a um salário mínimo e deverá responder ao processo em liberdade. Além disso, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do jovem foi suspensa pelo prazo mínimo de seis meses.

O atropelamento ocorreu após o veículo conduzido por Carlos Eduardo acessar a Avenida Valdecir de Brito em alta velocidade, segundo informações da Guarda Civil Municipal (GCM). Um agente que seguia para o trabalho teria presenciado o momento em que o carro, ocupado por três jovens, descia pela Rua Pioneiro Gertrude H. Fritzen e atingiu Alessandro.

Com a força do impacto, a vítima foi arremessada e morreu ainda no local. Após atingir o pedestre, o automóvel também colidiu contra um poste de energia elétrica, ficando com a parte frontal completamente destruída.

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Alessandro Messias Stoco, de 48 anos, morreu após ser atropelado na noite deste domingo, 24.

Ainda conforme a ocorrência, os ocupantes do carro teriam tentado deixar o local a pé, mas foram contidos pelo agente da GCM até a chegada das equipes de apoio. O motorista foi submetido ao teste do etilômetro, que apontou 0,46 mg/l de álcool por litro de ar expelido, índice acima do permitido por lei, o que motivou a prisão em flagrante.

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